
No comentário de hoje trazemos um tema relacionado à política educacional que frequentou o noticiário nas últimas semanas e que provavelmente, deixou dúvidas na população, por ser muito específico e pelo fato de que grande parte da mídia não tem a tradição de aprofundar temas sociais e educacionais. Trazemos a questão da conclusão do chamado Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

No último dia 1º tomaram posse os 55 vereadores que atuarão na Câmara Municipal de São Paulo, assim como o nosso novo prefeito, Fernando Haddad. E como enfatizamos sempre aqui na Rádio, nas reuniões e no próprio site, nossa participação democrática não acabou dia 7 de outubro quando os vereadores foram eleitos, ou no segundo-turno das eleições municipais.


No comentário da semana passada falamos sobre a 1a. Semana Social Brasileira (SSB), pós ditadura militar, que ocorreu em 1991 aos 100 anos da Rerum Novarum e discutiu o Mundo do Trabalho, seus desafios e perspectivas. Fruto desse momento foi o nascimento de várias pastorais sociais e também o fortalecimento da Pastoral Operária.

A escalada da violência no município de São Paulo não é uma surpresa para quem acompanha a cidade e se debruça sobre seus indicadores. Dos 96 distritos, cada um com uma população média de mais de 110 mil habitantes (maior que 95% das cidades brasileiras), 44 não têm nenhuma biblioteca pública, 56 não têm nenhum equipamento esportivo público, 38 não têm nenhum parque, 26 não têm nenhum hospital, 20 não têm nenhuma delegacia e 60 não têm nenhum centro cultural.

Caríssimos irmãos e irmãs,
Há pouco celebramos o grande acontecimento do Natal do Senhor, que certamente encheu os corações de grande paz e alegria! Nunca é suficiente contemplar e meditar este Mistério: Deus que se assume nossa carne, faz-se um de nós, torna-se próximo e companheiro nosso no caminhar da vida!

Durante estes dias, é comum recebermos e darmos de presente calendários e agendas. Esse gesto, tão simples e corriqueiro, nos recorda algo fundamental que constitui nossa vida: somos seres temporais. Temos e somos nossa própria história, que já passou, mas que, de alguma forma, ainda subsiste, porque esse passado se identifica com nossa pessoa. A todo momento, estamos planejando o futuro, que ainda não existe, mas que, de algum modo, se antecipa no nosso hoje.

Hoje vamos falar sobre alguns cursos que podem ser feitos por agentes de pastoral que buscam implementar ou amadurecer a Pastoral de Fé e Política em suas comunidades. No próximo dia 6 de janeiro, iniciará na PUC mais um Curso de Verão, com o tema: Redes digitais – tecendo relações, construindo comunidades, exercendo cidadania. O curso, que costumava ter a duração de duas semanas, agora dura 8 dias, já que recebemos pessoas de todo o Brasil e o período acabava ficando exaustivo para as pessoas que vinham para São Paulo.

Um Feliz e Santo Natal a todas e a todos! Ontem falávamos sobre os cursos disponíveis para o ano que vem. Se você perdeu o programa de ontem ou qualquer outro programa e quiser saber o que foi dito, é possível encontrar os textos no site da PFP: www.pastoralfp.com. Continuando os estudos da DSI, vamos ver a síntese de suas características feita por Ildefonso Camacho e publicadas no Caderno 1 dos Temas da DSI. Essa síntese foi feita a partir da Encíclica Centesimus Annus de João Paulo II (números 53 a 61), publicada em 1991.
Colaborador da Pastoral Fé e Política ASP
Artigos de Isabel C. Rodrigues
Colaborador da Pastoral Fé e Política ASP
Membro da Pastoral Fé e Política ASP
Membro da Pastoral Fé e Política ASP
Membro da Pastoral Fé e Política ASP
Membro da Pastoral Fé e Política ASP
Membro da Pastoral Fé e Política ASP
Colaborador da Pastoral Fé e Política ASP
Membro da Pastoral Fé e Política de Jundiaí
Artigos de autores diversos selecionados pela PFP ASP